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domingo, 25 de janeiro de 2015

Culinária Chinesa: conheça mais sobre seus hábitos e costumes


Para os chineses, comer não é apenas uma atividade social e corriqueira, mas a base da sua cultura.
O princípio do yin e yang se aplica também à culinária. No preparo dos pratos é importante sempre buscar o equilíbrio entre temperatura, sabor, aroma, cor, textura, consistência. Na mesa dos chineses costumam aparecer verduras, sopas, pastas ou pães, aves, peixes, frutos do mar ou carnes cozidas em diferentes técnicas.

Um prato deve ser doce (yin) e o outro salgado (yang); um quente (yang) e o outro frio (yin); um macio (yin) e outro crocante (yang). Os chineses acreditam que o equilíbrio entre esses dois elementos garante não apenas uma boa refeição, mas uma boa saúde.

Além do yin e yang, existe o conceito dos cinco elementos. Os chineses acreditam que estamos cercados por cinco campos de energia: madeira, fogo, metal, terra e água. Na culinária, esses elementos são representados pelos cinco sabores: azedo (madeira), amargo (fogo), picante (metal), doce (terra) e salgado (água). Eles acreditam inclusive, que o desequilíbrio entre esses elementos pode levar ao desenvolvimento de doenças.

Por considerarem importante a variedade de alimentos, uma refeição chinesa conta em seu preparo com alimentos de diversos grupos como carne, cereais, hortaliças, etc. Devido a sua grande extensão territorial, os hábitos e costumes alimentares variam de acordo com a região. Nas províncias centrais e do norte a comida costuma ser bem apimentada. No sul do país é comum comer gatos, cães e outros animais. Já no oeste e norte, a comida é mais simples, como macarrão e bolinhos feitos de farinha de trigo.

Inclusive o macarrão é um alimento muito popular na China e encontrado em grande variedade, achatado ou fino, feitos com farinha de trigo ou arroz.

A seguir, você vai conhecer alguns pratos típicos chineses que são consumidos aqui no Brasil:

Frango Xadrez: os ingredientes utilizados no preparo deste prato são: frango, pimentão verde e vermelho, caldo de frango, shoyo e cebola. Em sua preparação, originalmente, os chineses utilizam óleo de amendoim. Como no Brasil esse tipo de óleo não é muito encontrado, como tentativa de resgatar o sabor, é utilizado o grão de amendoim.

Rolinho Primavera: o original é feito com recheio de carne bovina moída, vegetais (repolho, acelga e cenoura), shoyu, envolto em uma massa e frito em óleo. Outros ingredientes podem ser utilizados no recheio como: camarão, carne de porco, ou ainda o rolinho vegetariano. Uma maneira de tornar o rolinho primavera mais light é substituir a massa tradicional por massa filo e ao invés de fritá-lo, assá-lo no forno.

Camarão empanado com molho agridoce: o camarão é empanado com uma massa líquida feita de farinha de trigo, amido de milho, água, óleo, sal, fermento e frito em óleo. Depois de frito, joga-se por cima o molho agridoce.

Yakissoba: você encontra esse prato tanto em restaurantes japoneses quanto chineses. A base do yakissoba são legumes e carnes. Originalmente, depois de cozido, o macarrão é frito rapidamente no óleo de amendoim.

Por considerarem importante a variedade de alimentos, como você pode perceber, uma refeição chinesa conta em seu preparo com alimentos de diversos grupos como carne, cereais, hortaliças, etc.


   Taichirajá 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Estórias, Frases e Ditados Chineses






O Galo de Briga
"Ki Siao-Tzu adestrava um galo de briga para o rei de Tcheou.
Dez dias depois, o rei pergunta:
- O galo está pronto para a briga?
O outro responde:
- Ainda não, ele é vaidoso e arrogante.

Dez dias se passam, o rei repete a pergunta e o outro lhe diz:
-Ainda não, ele reage a cada sombra ou ruído, a cada provocação.
Depois de mais dez dias, o rei ainda insiste na pergunta.

- Nada ainda. Ele ainda tem o olhar muito irritado e um ar de triunfo.
Passa-se um novo período e o rei, reiterando seu interesse em saber se o galo estava pronto para a briga, recebe a seguinte resposta de Ki Siao-Tzu:

- Ele está quase pronto! Quando os outros galos cantam, isso não o incomoda em nada. Quando se olha para ele, parece que se vê um galo de madeira. Sua força interior ( Chi ) é perfeita.
Os outros galos não ousavam aproximar-se dele. Ao contrário, desviavam-se e afastavam-se dele."
Lieh Tzu


O Espírito do Outro
Um monge foi atirado sete vezes na prisão. Após cada libertação recomeçava a roubar e, logo, se deixava prender; dessa maneira era-lhe possível ensinar os prisioneiros, todos os quais receberam as ordens monacais.
O grande monge, que se chamava Shinhyo, continuou assim o seu jogo, até que os guardas, comovidos e perturbados, libertaram os prisioneiros e seu mestre.
O que ministra um ensinamento verdadeiro deve compreender o espírito do outro.

Crescimento em Grupo
"Um membro de um determinado grupo, sem nenhum aviso deixou de participar.
Após algumas semanas, o mestre do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O mestre encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem saudou-lhe, conduziu-lhe a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando.

O mestre se fez confortável mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente. Após alguns minutos, o mestre examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel.
O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto.
Então foi-se diminuiu a chama da solitária brasa, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.

Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial.
O mestre antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o mestre alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
- Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo."

Impermanência
"Havia, certa vez, um rei sábio e bom, que já se encontrava no fim de sua vida. Certo dia, pressentindo a chegada da morte, chamou seu único filho, que o sucederia no trono, tirou do dedo um anel e deu-o a ele dizendo:
- Meu filho, quando fores rei, leva sempre contigo este anel. Nele há uma inscrição. Quando estiveres vivendo situações extremas de glória ou de dor, tira-o e lê o que há nele.

E o rei morreu, e seu filho passou a reinar em seu lugar, sempre usando o anel que o pai lhe deixara.
Passado algum tempo, surgiram conflitos com um reino vizinho, que acabaram culminando numa terrível guerra. O jovem rei, à frente do seu exército, partiu para enfrentar o inimigo. No auge da batalha, seus companheiros lutavam bravamente.

Mortos, feridos, tristeza, dor... O rei lembra-se do anel, tira-o e lê a inscrição:
ISTO TAMBÉM PASSARÁ.
E ele continua a luta. Perde batalhas, vence outras tantas, mas ao final, sai vitorioso.
Retorna, então, ao seu reino e, coberto de glória, entra em triunfo na cidade. O povo o aclama. Neste momento ele se lembra do seu velho e sábio pai. Tira o anel e lê:
ISTO TAMBÉM PASSARÁ"

O Samurai Idoso
Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que adorava ensinar sua filosofia para os jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda que ele ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos contra-atacava com velocidade fulminante.

O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. E, conhecendo a reputação do velho samurai, estava ali para derrotá-lo, aumentando sua fama de vencedor.
Todos os estudantes manifestaram-se contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos - ofendeu inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho mestre permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo- se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou- se.

Desapontados pelo fato do mestre ter aceito tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
- Como o senhor pode suportar tanta indignidade ? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente ? - perguntou o velho samurai ?

- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos - disse o mestre - Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo.

FRASES e DITADOS CHINESES
"A pessoa sensata controla o seu gênio e a sua grandeza é perdoar quem a ofende"

"Nada é mais perigoso que um bom conselho acompanhado de um mau exemplo"

"As opiniões fundadas em preconceitos são sempre sustentadas com a agressão” 

"Um conservador é um homem com duas pernas perfeitamente boas que nunca aprendeu a caminhar"


"Sempre dizem que o tempo muda as coisas, mas quem tem que mudá-las é você" 
“Os milagres não acontecem em contradição com a natureza, mas só em contradição com o que sabemos da natureza”
"O que mais desespera não é o impossível, porém o possível não alcançado”

"Triste não é mudar de idéia. Triste é não ter idéia para mudar"

"A tristeza pode sempre sobrevoar a sua cabeça, mas nunca a deixe fazer um ninho"

"A mente tem o passo ligeiro, mas o coração vai mais longe”

"O maior adversário não é o oponente e sim nós mesmos !"

"A inteligência é o farol que nos guia, mas é a vontade que nos faz caminhar" 

"Se seus sonhos estiverem nas nuvens, não se preocupe, pois eles estão no lugar certo; agora construa os alicerces" 

"Vencer não é competir com o outro. É derrotar os seus inimigos interiores. É a própria realização do ser." 

"Se a tranquilidade da água permite refletir as coisas, o que não poderá a tranquilidade do espírito?"
Chuang Tzu

Milhares de rios desaguam no mar, mas o mar nunca está cheio.


Mesmo que o homem pudesse transformar pedra em ouro,
ainda assim seu coração jamais seria satisfeito.
ditado popular

Um momento de paciência pode evitar um grande desastre.

Um momento de impaciência pode arruinar toda uma vida. 
ditado popular

O homem tem três caminhos para agir sabiamente: 

o primeiro, a meditação, é o mais nobre; 

o segundo é a imitação, o caminho mais fácil; 

o terceiro é a experiência - esse é o mais amargo
Confúcio

Mesmo que meu alimento seja simples e meu estilo de vida austero,

ainda assim encontro neles prazer. Riquezas e posição, obtidas injustamente, 

são para mim como nuvens que flutuam.
Confúcio

Na mesma medida em que você não pode perdoar o próximo 


por ser diferente, você está distante da sabedoria. 
ditado popular

Aquele que acumula muitos tesouros tem muito a perder.
Lao Tzu

Ter o suficiente é felicidade; ter demais é prejudicial. 

Isto é verdadeiro para todas as coisas, mas especialmente para o dinheiro.
Lao Tzu

Melhor acender uma vela do que reclamar da escuridão.
ditado popular

Servir aos poderosos é como dormir com um tigre.
ditado popular

É fácil repelir uma lança que se pode ver, difícil é

defender-se de uma flecha que parte do oculto.
ditado popular

A pessoa que não sorri jamais deveria abrir uma loja.
ditado popular

Se o seu cavalo morrer, você terá que andar.
ditado popular

Os ratos conhecem o caminho dos ratos.
ditado popular

Melhor ficar sem livros do que acreditar em tudo que eles falam.
ditado popular

Cuidado com a pessoa que tem a boca de Buda, mas tem o coração da serpente.
ditado popular

Fonte: Equilibrius



   Taichirajá 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Um pouco da história da culinária chinesa

A cozinha chinesa é famosa no mundo pela sua elevada técnica culinária e variedade dos pratos, constituindo uma parte da relíquia cultura da China. Havia já na China óleo, vinagre, vinho, compotas e especiarias há três mil anos atrás. Naquela altura, alguns métodos culinários eram já bastante complicados. Na dinastia Han do Oeste (202 a. C – 23 d. C) sintetizaram-se na China as práticas culinárias em teoria. Na dinastia Jin, do Sul e Norte, 1500 anos atrás, começou na China o estudo sistemático da culinária como uma ciência especial e redigiram-se os primeiros livros sobre culinária. Até à dinastia Qing (1644-1911), a culinária registrou grandes desenvolvimentos, com o “Grande banquete da corte Qing” como o seu representante. É uma pena que poucos registos escritos da culinária tenham chegado aos nossos dias, o que nos causa muitas dificuldades no pesquisar da história da culinária antiga.

Com o vasto território e diferentes condições naturais da China, formaram-se diferentes sistemas culinários locais. Os principais são os de Shandong, Sichuan, Jiangsu, Guangdong, Beijing, Fujian, Anhui e Zhejiang, além dos pratos locais de Hunan, Yangzhou, Yunnan, etc.

Os pratos de Shandong, consistente mas não gordurosos, são famosos pelo seu aroma e frescura, por serem tenros e brandos. A “Carpa agridoce do rio Amarelo” é um dos pratos típicos de Shandong. Fazem-se vários cortes no peixe e cobre-se o peixe com ovo e farinha. Depois de frito, derrama-se sobre ele um molho preparado com açúcar, vinagre e fécula de milho dissolvida. O peixe fica tostado no exterior mas tenro no interior sendo um prato de bom paladar. O “Frango à Dezhou”, de renome nacional, é muito tenro e fresco, quando se come frio ou quente.


Os pratos de Sichuan são conhecidos pelo seu sabor picante e forte. O clima de Sichuan é húmido e o seu povo gosta muito de utilizar pimentos, pimenta e gengibre na cozinha. Existem nos pratos de Sichuan doze sabores e o “sabor estranho” é um deles. Não realçando o picante e o salgado nem o doce e o acre, este sabor é um sabor composto pelos gostos picante, doce, salgado, acre e aromático, formando assim um sabor particular.

Os pratos de Jiangsu são conhecidos pelo seu sabor suave e um pouco doce. Presta-se a atenção ao caldo original e ao ingrediente principal preparando através de cozer, estufar e guisar. O “Sável cozido ao vapor” é um prato típico de Jiangsu. Abre-se o peixe em duas partes sem tirar as escamas. Coloca-se num prato junto com fatias de fiambre, cogumelo e rebentos de bambu, gordura de porco e outros temperos e coze-se depois ao vapor.



Nos pratos de Guangdong presta-se atenção ao fritar e refogar. Os ingredientes são variáveis e os pratos, famosos por frescos e tenros.

O prato “Luta entre o dragão e o tigre” agrada muito tanto a chineses e como a estrangeiros. O prato é preparado com carne de três variedades de serpente (o dragão) e de guaxinim (o tigre). O prato é tenro e aromático e quando é servido, come-se com folhas frescas de limão e pétalas de crisântemo. Diz-se que a carne da serpente tem funções analgésicas, contra o frio e permite a expulsão de muco, além de ser um tônico do sangue. A bile de serpente é também eficaz contra algumas doenças. Por isso os pratos feitos com serpentes são, para os cantonenses, petiscos das estações de outono e inverno.

Os pratos de Beijing, capital da China, atraem também muito a atenção dos amigos estrangeiros, cujos pratos de renome nacional são “Pato laqueado”, “Pratos da corte” e “Marmita mongol”. Os pratos são conhecidos pela sua delicadeza depois de fritos, salteados, assados e cozidos. 

Em resumo, as características da cozinha chinesa são:


Cor, aroma, sabor e forma num prato devem complementar-se devendo dar-se também atenção à maneira de cortar. Os ingredientes são todos cortados, segundo as exigências do prato, em fatias, cubinhos, tiras, cubos, tiras finas, grãos ou picados, a fim de realçar o sabor entrar e o prato ser bonito.

Condimentação esquisita. Os diversos condimentos, além de dissipar os maus sabores originais dalguns ingredientes, são preparados para diferentes sabores conforme os diferentes gostos das pessoas.

Diversificar processo culinário: fritar, saltear, guisar, refogar, assar, cozer em água e ou ao vapor, estufar, escaldar, ferver rapidamente, fumar, entre outras.

Realçar a forma exterior. Depois de cortar os ingredientes, os cozinheiros podem fazer com eles diferentes desenhos segundo as suas cores naturais e dar-lhes nomes lindos.

Segundo estatísticas incompletas, existem na China mais de cinco mil pratos típicos locais, para não falar dos pratos comuns e familiares.



by Taichirajá I

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Taichirajá I marca presença na Exposição China Revelada






Hoje o Grupo Taichirajá I foi até o Espaço Cultural Península, na Barra da Tijuca, para conferir de perto a exposição China Revelada. A mostra conta com 250 peças da coleção da Carvalho Hosken que fazem o público viajar pelos 400 séculos de arte chinesa e sua relação com a Europa.

Entre os objetos estão porcelanas que retratam a suntuosidade das cortes imperiais; esmaltes; esculturas em marfim, madeira e bronze; e mobiliário. A mostra fica até o dia 16 de dezembro, sempre de quinta a sábado das 14h às 21h e domingo das 10h às 19h. Se puder passe po lá e confira de perto está bela  coleção e conheça um pouco mais sobre a cultura da China. Nós adoramos, confira abaixo nossas fotos.

















 D. Maria adorou o passeio




 Biombo lindíssimo!



 Lindo Aguário




 Marmita



 Momento descontração, pausa para um um pequeno lanchinho.




 Grupo com lindo pé de Buganville atrás

 Isso é mesmo obra de Deus.

Chen Ching Yueh a frente do grupo praticando um pouco de Tai chi.




 Aqui Chen expressa no livro o que o Grupo achou da Exposição.

 Grupo Taichirajá I e as simpáticas meninas da recepção.

 Bete e amiga Simone







   Taichirajá