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quarta-feira, 15 de julho de 2020

O Tai chi chuan - Benefícios para idosos


3º Encontro de Praticas de Tai Chi Chuan

Os indivíduos praticantes de Tai Chi Chuan demonstraram aumento da confiança no equilíbrio e na realização dos movimentos. Entre os efeitos notados nas atividades da vida diária estavam: aumento da percepção do corpo e de diferentes facetas do bem- estar, redução do estresse, fazer coisas que achavam que não podiam fazer, sensação de vigor e força, melhor coordenação e equilíbrio, diminuição da ansiedade e percepção da dor, aumento da atenção, da confiança e do relaxamento, melhor desempenho mental e senso de realização.

 O Tai Chi Chuan demonstrou ser seguro para os praticantes com artrite reumatoide. Foram observadas melhoras no edema e dor articular, no tempo de caminhar e na força de preensão manual, não havendo deterioração clínica nestes pacientes quando comparados ao grupo controle. Não há sugestão de que o Tai Chi Chuan possa diminuir a deterioração da cartilagem e do osso, mas que aja como terapia adjuvante para o tratamento médico.   

  Os movimentos do Tai Chi Chuan satisfazem as regras básicas de reabilitação para pacientes com osteoartrite. Eles são fáceis de aprender, requerem o uso das articulações maiores do corpo, servindo como uma atividade de baixo impacto e baixo risco, capaz de promover melhora na auto-eficácia, qualidade de vida e mobilidade funcional em idosos com osteoartrite. O início precoce de exercícios de baixo impacto no curso da osteoartrite pode diminuir a severidade da dor e da disfunção articular, assim como os efeitos deletérios secundários na força e equilíbrio.

 Fonte das informações: http://kungfuplanet.orgfree.com/tai%20chi%20beneficio%20idoso.htm

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Tai Chi Chuan e a Terceira idade com saúde






Várias práticas têm ajudado o envelhecer com saúde. Mas, tem uma especial, o Tai Chi Chuan. Esta prática milenar chinesa não tem idade limite para ser realizada e ajuda pessoas a obter saúde, longevidade e prevenir várias doenças.

Em seu livro, Tai Chi Chuan - Saúde e Equilíbrio, Fernando De Lazzari coloca uma citação de um antigo Mestre da arte do Tai Chi, ele diz: "O propósito último de se aprender o Tai Chi Chuan é viver para sempre na estação da primavera de sua vida. O Tai Chi Chuan não é apenas para se adquirir longevidade, mas também para se manter a vitalidade, mesmo numa idade avançada".

Após os sessenta anos, o ser humano torna-se mais vulnerável às doenças e surgem limitações corporais, que podem limitar a autonomia da pessoa.  Manter uma boa flexibilidade, fortalecer os músculos, melhorar a habilidade motora e a circulação sanguínea, produz uma maior resistência física e propicia um melhor estado emocional, é justamente isso que o Tai Chi Chuan proporciona a quem se propõe a praticá-lo.

Pesquisas comprovaram os ganhos de condicionamento físico, força muscular e equilíbrio entre os praticantes idosos, inclusive ajudando o idoso a se prevenir de quedas e fraturas, pois o Tai Chi Chuan também ajuda a aumentar a densidade óssea. Sua prática constante , previne a osteoporose, melhora a coordenação neuromuscular e a saúde em geral do idoso.

Alguns benefícios da prática do Tai Chi Chuan em pessoas da terceira idade segundo várias pesquisas realizadas:

Estimula e fortalece o sistema cardiovascular,
O coração torna-se mais forte e trabalha com menos esforço,
Diminuição da frequência cardíaca em atividade,

Regulação da pressão arterial,
Diminui a perda óssea relacionada à idade e à menopausa,
Aumento da capacidade respiratória, permitindo uma melhor oxigenação do organismo,
Manutenção e/ou melhoria da capacidade funcional do aparelho locomotor por meio de um aumento da força e da resistência muscular,

Melhora a amplitude do movimento e estimula a nutrição da cartilagem articular,
Melhora e equilíbrio e o sentido de espaço/tempo, prevenindo contra quedas e acidentes,
Diminuição das dores nas costas e em outras partes do corpo,
Aumento da sensação de alegria e bem-estar,

Melhora da autoestima,
Atenuação da ansiedade, do estresse e da depressão,
Contribui para uma participação social mais ativa.




   Taichirajá 

terça-feira, 13 de setembro de 2016

A ESSÊNCIA DAS POSTURAS E DO MOVIMENTO NA PRÁTICA DO TAI CHI







As formas existem em todas as artes marciais orientais e nelas encontramos os movimentos e as posturas corporais característicos da arte em questão. As posturas podem ser concebidas como locais num mapa pelos quais passamos, e os movimentos podem ser imaginados como os caminhos que ligam essas posturas. Assim, a forma é um tipo de mapa em movimento.  

A essência das posturas do corpo

A raiz está no pé, o ataque é da perna, a direção é da cintura e a figura está nos dedos das mãos. 

"Como qualquer outro assunto que é muito especializado, o Tai Chi desenvolve em muitos dos seus praticantes uma atenção rigorosa aos pormenores. Para alguém que está de fora, a posição exacta do pé ou da mão, talvez pareça trivial. Para alguém que está bastante envolvido com a arte, uma ligeira alteração do peso ou do acto de virar o pé dez graus, faz muita diferença: um praticante consciente percebe essas pequenas mudanças como uma sensação física real. Esses pormenores, portanto, desempenham um papel importante na realização regular das formas (...)

" Paul Crompton, The Elements of Tai Chi, 1990

1. Cabeça A sua posição é rigorosa: o praticante deve treinar a cabeça, evitando que os músculos do pescoço fiquem tensos. A cabeça não deve inclinar-se para os lados, nem oscilar. Muda-se a direcção da cabeça conforme a direção do corpo, movimento que deve ser acompanhado pelo olhar. Pode direcioná-lo para a mão que se encontra numa posição superior, ou através desta, para o vazio, mantendo sempre a cabeça direita. Não olhe para o chão porque isso implicaria entortar o pescoço e fazer erguer os ombros. A face deve estar descontraída, o queixo para dentro e a boca fechada. A ponta da língua deve encostar, descontraidamente, o palato. 

2. Tronco Ao treinar Tai Chi deve manter o tronco direito e cômodo, sem curvar-se para a frente ou para trás, nem inclinar-se à esquerda ou à direita, o que poderia deixar as costelas e os músculos do ventre tensos. A. Peito e costas: "Afundar o peito e endireitar as costas" significa que não se deve encolher nem erguer demasiado o peito. À medida que os movimentos dos braços são efetuados, os músculos das costas estendem-se; nessa altura, os músculos do peito relaxam-se, o que permite submergir a respiração para o abdômen, tornando-a solta e livre. A coluna deve estar direita deixando a cabeça, o tronco e os quatro membros actuar livremente. Aja como se a sua coluna vertebral fosse um fio com contas. 

B. Cintura: Tem um papel muito importante na manutenção das posturas correctas já que funciona como o eixo do nosso corpo, durante todas as posturas e movimentos. Conscientemente, pode baixar a cintura e afundar a energia. Não deve endireitar com força para a frente nem a cintura nem o ventre, porque isso prejudicaria a postura do corpo. Relaxar a cintura ajuda as pernas, tornando-as mais firmes, permitindo a execução dos movimentos levemente e com perfeição. Em coordenação com o relaxamento da cintura, endireite a coluna conforme a sua posição fisiológica normal. Manter o equilíbrio através do relaxamento da cintura garante movimentos leves, ágeis e estáveis. C. Nádegas: Para manter a boa forma corporal, é preciso evitar a todo o custo levantar as nádegas. Basta deixá-las estar como estão naturalmente, sem as mover para os lados. Ao relaxar a cintura e erguer as costas, encolha ligeiramente os músculos das nádegas a fim de manter o tronco direito. 

3. Pernas Durante todo o exercício, os movimentos de avançar, retirar e enviar a força, bem como a manutenção do equilíbrio do corpo, dependem sobretudo das pernas. Deve prestar atenção à posição na qual pousa os pés e também à posição das pernas quando altera o centro de gravidade do corpo. De facto, a postura das pernas tem uma função muito importante na imagem do corpo inteiro e na transformação dos movimentos, sendo preciso treinar os vários passos.

Para treinar as pernas, comece por relaxar a cintura, a anca e os joelhos. Assim, ao avançar e retirar, os pés podem levantar e pousar levemente. Ao avançar, pouse em primeiro lugar o calcanhar, podendo depois pisar firmemente o chão e deslocar o peso do corpo para essa perna. Quando dominar a transformação do avançar e do retirar, as suas pernas podem começar a aliviar-se alternadamente do peso do corpo, diminuindo então a tensão e o cansaço dos músculos. Tenha em atenção que os joelhos são uma articulação particularmente importante, a qual deve cuidar sempre. Quando dobrar as pernas, mantenha o joelho em cima do tornozelo, não devendo aquele ultrapassar o meio do pé (excepto nas posições baixas). 

4. Braços e Mãos "Afrouxar os ombros e pendurar os cotovelos" é uma expressão técnica do Tai Chi que salienta a relação coerente entre estas articulações. "Afrouxar os ombros" significa mantê-los relaxados e afundados; se os subir, a energia vai subir com eles, e todo o corpo vai ficar sem força. "Pendurar os cotovelos" significa mantê-los para baixo, de forma a não obrigar os ombros a subir; os cotovelos encontram-se geralmente mais abaixo do que o pulso.

As posições das mãos e dos ombros são geralmente feitas ao mesmo tempo. Quando recolher a palma da mão, dobre ligeiramente o pulso; para abrir a mão, levante-a e mantenha os dedos direitos, mas ligeiramente curvados; ao cerrar o punho, evite fazer muita força. Caso empurre demasiado a mão, o braço ficará esticado, numa posição incorreta; por outro lado, se afrouxar muito os ombros, e não estender a mão para a frente, o braço ficará dobrado, sem força. Por isso, tente manter o braço com um certo nível de curvatura, alongado mas não esticado. Ao empurrar e recolher as mãos, nunca se perde a força de repente. A essência dos movimentos Andar como um gato e actuar como se esticasse fios... Ao fazer uma forma de Tai Chi, desde a abertura até ao final, é fundamental que a mente conduza os movimentos durante todo o processo, ou seja, é primordial que haja uma grande concentração. Por outro lado, devemos treinar a leveza e continuidade dos movimentos, o relaxamento não abandonado e a agilidade natural. Devem respeitar-se os seguintes princípios: 

1. Tranquilidade No início, acalme o seu espírito para começar os movimentos sem pensar noutros assuntos. Verifique sempre se a posição da cabeça está correcta (direita), se os braços e o corpo estão relaxados, e se a respiração é regular e natural. Estes são os preparativos básicos para começar o treino. A tranquilidade é essencial durante todo o tempo, tanto nos movimentos simples como nos complicados, nas posições elevadas e nas baixas. A total dedicação da atenção garante que se evitem perturbações nos braços e nos pés, no ritmo e na ordem dos movimentos. O principiante costuma distrair-se ao olhar à sua volta e pensar em coisas que nada têm a ver com o exercício. Através dos treinos deve tentar conhecer, perceber e harmonizar a mente, os movimentos e as posições corporais. 

2. Relaxamento O relaxamento dos músculos e das articulações durante todo o exercício, mesmo estando de pé, é muito importante. Isto não significa preguiça ou distração. Deve usar a mente para controlar os movimentos e não a força bruta ou endurecida. Tente levar o corpo a usar uma força regular de maneira a sustentar movimentos correctos e estáveis. Quando fizer força com alguma parte do corpo, relaxe os músculos das outras partes. O principiante controla mal os limites da força que 4 deve exercer: basta evitar ficar tenso e tentar relaxar-se. Daqui, passe gradualmente para o concentrar de forças sucessiva e integralmente.

3. Sucessão e Coordenação Pela teoria, o principiante compreende que a cintura é o eixo de todos os movimentos: o tronco dirige os quatro membros ao actuar. Na prática, torna-se no entanto difícil coordenar bem a mente e o corpo, pelo que não é fácil encontrar esta harmonia. Pode treinar os movimentos singulares (por exemplo, os "passos em arco"), a fim de fortalecer a sustentação das pernas e dominar a essência dos passos. Daí comece a praticar a sucessão de movimentos, juntando os movimentos dos braços e mãos, até conseguir regular todas as posturas. 

4. Distinção entre Falso (vazio) e Verdadeiro (cheio) - o equilíbrio duradouro Esta distinção é fundamental para a prática do Tai Chi: se o peso do corpo está na perna direita, dizemos que esta está "cheia" e a perna esquerda "vazia", e vice-versa. Quando conseguimos separar o cheio do vazio, e fazer a transição de um para o outro sem sobressaltos, giramos o corpo levemente sem usar a força e os movimentos tornam-se suaves e contínuos (por exemplo, quando passamos o peso do corpo gradualmente de uma para a outra perna). Se não conseguirmos efetuar esta distinção, o passo é pesado e vagaroso, e a posição não é firme, não fornecendo equilíbrio e impedindo a continuidade do movimento.

5. Continuidade e Circularidade O Tai Chi é uma prática completa, é "um movimento acompanhado pelo corpo todo". Ao treinar uma forma, e depois de dominar todas as posições e a sequência entre elas, pode tentar concentrar-se na continuidade do movimento: desde o início até ao fim da forma, tente nunca parar, não se fixando em nenhuma postura, mas sem prejudicar a sua execução correta. O que tende muitas vezes a acontecer é que o ritmo de execução aumenta. O equilíbrio entre o ritmo dos movimentos e a continuidade dos mesmos é alcançado pela prática. 

6. Respiração fácil e natural Ao treinar Tai Chi, deve evitar as respirações curtas e tentar respirar novamente pelo abdômen, como quando era criança. É evidente que ao mover-se o nosso corpo necessita de mais oxigênio, mas basta respirar um pouco mais fundo para introduzir o ar suplementar que precisa. Isto não afeta muito a respiração normal e com muita prática todos conseguem superar a contradição entre o exercício e a respiração. Coordenam-se os dois segundo o ritmo e o alcance dos próprios movimentos. Mas não force a respiração ao tentar coordená-la com os movimentos: o seu corpo descobrirá como fazê-lo. 

7. Coordenar o inferior e o superior, para a total integração A prática de Tai Chi obriga a que desçamos o centro de gravidade do peito para o tan-tien (uma zona três dedos abaixo do umbigo) e que as pernas sustentem todo o peso do corpo, enquanto o tronco se relaxa o mais possível. São assim necessárias pernas fortes e uma coluna direita. Só após perceber esta separação do inferior e superior, é que podemos emitir a força através das pernas e controlá-la através da cintura, encontrando a real integração de todo o corpo. Os pés, as pernas e a cintura formam um todo, em harmonia com o movimento dos braços e das mãos. 

Os princípios acima descritos não são independentes uns dos outros, mas coerentes: 

Enquanto não houver tranquilidade, não há concentração da mente, portanto os movimentos não podem ser coordenados pela mente; alcançar a sucessão e a harmonia fica assim impossibilitado. Se não dominar o falso e verdadeiro, não haverá equilíbrio, ficando a parte de cima do corpo demasiado tensa, e portanto, não se respirará bem.

 Este texto é baseado nos escritos do Mestre Xuan Wu 




   Taichirajá 

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

A Intenção e o Aprendizado do Tai Chi Chuan



Muitas pessoas se iludem com o aprendizado do Tai Chi Chuan. Ao ver pessoas de idade avançada praticando em praças, alguém pode imaginar que é uma prática leve e fácil e que não exige nada mais do que movimentar-se para se obter os benefícios do Tai Chi Chuan.Não poderiam estar mais enganados. Pois, fazer o Tai Chi apenas como repetição, é repetir uma coreografia, e nada mais. Aliás, aí reside a principal diferença entre praticar Tai Chi e praticar Tai Chi Chuan. Quando vemos o termo Chuan, este se refere ao termo “punho”, que por sua vez designa “Arte Marcial”.

Retomando a questão da coreografia, a mera repetição da forma, é uma prática vazia, sem benefícios reais ao praticante. O motivo deste pequeno texto é explicar o porquê.

Na prática do Tai Chi Chuan, é sempre importante ter contato com um professor habilitado não apenas na repetição, mas também do seu entendimento. E isso gera um encadeamento de causas e consequências, que se define pela “linhagem”. Ou seja, se tenho um bom professor, é porque ele teve um bom professor e este idem, e assim por diante. E da mesma forma, também serei um bom professor se for um bom aluno.
E quando um professor ensina o seu aluno, ele dá ênfase em alguns aspectos importantes que devem ser respeitados, evitando negligencia-los, parcial ou integralmente, e que são:

1) Perceber o próprio corpo  – é o primeiro passo, pois normalmente, acreditamos que conhecemos o nosso corpo, mas quando tentamos repetir movimentos de uma dança que vemos na televisão, vemos que não é tão simples assim. E esse desenvolvimento da consciência corporal é muito importante para que a forma possa se tornar fluída. Este passo é de vital importância para o desenvolvimento dos demais. Não adianta buscar o cultivo do Qi(Chi) sem antes entender o próprio corpo e como ele se movimenta, e ainda as relações entre todas as partes : parte superior e inferior, coordenar mãos e pernas, relaxar o quadril, fortalecer as pernas (são alguns dos itens importantes).

2) Perceber a intenção – Junto com o movimento, deve ficar claro ao praticante o que esses movimentos representam, e para onde eles se dirigem. Porque manter uma perna cheia e outra vazia, quando olhar para as mãos, a altura correta das mesmas em relação ao rosto em determinados movimentos, como e quando trocar o peso, etc. Esse passo é muito importante, mas só terá sucesso se o primeiro passo for cumprido adequadamente, pois sem perceber o corpo, é quase impossível perceber como a intenção o dirige.

3) Coordenar a respiração com o movimento – Para que a movimentação seja harmoniosa, é importante conciliar a mesma com o movimento, dessa forma o corpo irá aproveitar melhor a energia gerada por este, evitando uma sobrecarga do sistema. Um dos sinais que o praticante precisa ajustar sua respiração, é quando há um cansaço extremo em uma prática relativamente leve. Isso é um sinal de sobrecarga e descompasso entre o movimento e a respiração. Quando a respiração ocorre em ciclos adequados, e em quantidade suficiente, esses sinais desaparecem. Esse item também só ocorre quando os anteriores são cumpridos, pois é praticamente impossível controlar a respiração quando o corpo se move como um boneco de posto. Mas obtendo-se esse controle, a respiração irá ser curta quando necessário, explosiva por exigência do movimento, ou tranquila, quando o movimento assim indicar. A partir deste ponto, falamos mais das consequências do sucesso nos itens anteriores. 

4) Quando o controle da respiração é obtido, o sangue seguirá a respiração. O sangue será movido de acordo com a respiração, aumentando ou diminuindo a pressão quando e onde for necessário. Isso irá fortalecer o movimento, e providenciar uma irrigação adequada de todas as partes do corpo.

5) O Qi (a energia) seguirá o sangue, pois o sangue é a Mãe do Qi. Quando o nível do Qi está muito baixo, é necessário alimentá-lo com a energia do sangue. Quando o filho está pronto, ele deixa a casa dos pais e assume sua própria vida. Portanto, é preciso praticar corretamente, e dessa forma o sangue irá circular com força e saúde, e em pouco tempo será possível perceber o Qi circulando pelo sangue.

Quando o Qi estiver forte o suficiente, ele irá se separar do sangue, e será muito mais rápido que este. Desta forma, a distância entre pensar num movimento e a sua realização será quase inexistente.

Mas para que tudo isso ocorra, é necessário antes o cuidado da forma, pois ela irá trazer energia para o corpo. Mas sem a forma adequada (itens 1 e 2), nada acontecerá.

O processo onde a mente deve orientar e guiar o Qi não é um processo imaginativo. Se usar apenas a imaginação, o Qi estará tão imóvel como no início do processo. E para que a mente induza o Qi, ela precisa compreender sua natureza, não num processo intelectual, mas pela sua manifestação no corpo. Portanto, todos os esforços do praticante devem ser dirigidos ao objetivo de praticar diligentemente, até que o Qi se manifeste no corpo.


   Taichirajá 

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Comemoração do Dia do Homem





Em 15 de julho é celebrado, no Brasil, o Dia do Homem. Entretanto, essa mesma data é comemorada por muitas nações do exterior aos 19 dias do mês de novembro. Ambas as datas têm o propósito de chamar a atenção da sociedade para problemas e circunstâncias que possam atingir, em especial, o sexo masculino. Além disso, ambas foram instituídas na década de 1990.

No Brasil, a data foi proposta pela Ordem Nacional dos Escritores em 1992. Desde esse ano, as atenções para tal data vêm se tornando crescentes, sobretudo por parte de autoridades políticas e por núcleos de especialistas na saúde do homem.

A data não é tão conhecida quanto é o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, mas  tem uma importância gigantesca para conscientizar a população brasileira masculina.
Iniciativas que estimulem atitudes de valorização da saúde do homem e do seu bem-estar social, emocional, físico e espiritual, assim como do seu caráter, também devem estar incluídas nas ações desse dia.
Muitos homens acham perda de tempo fazer exames de rotina e às vezes mesmo tendo um problema, não vão ao médico. Quando o assunto é exame de próstata então… tem uns que até mudam de assunto.
Essa falta de cuidado com o próprio corpo só prejudica os homens que no caso do câncer, têm um diagnostico tardio e veem suas chances de cura bastante reduzidas. Se não há como dar flores aos homens vale lembrar que o melhor a fazer é se preocupar com a saúde deles e fazer com que eles se preocupem.

Por fim, não se esqueça de fazer um agradinho aos homens da sua vida mulheres.

E a vocês homens: Parabéns pelo seu dia!


Taichirajá!

15/07/2015


quarta-feira, 6 de julho de 2016

Benefícios físicos e mentais do Thai Chi Chuan atraem cada vez mais a atenção de psicólogos e neurocientistas.






Vestidos com roupas orientais, chineses idosos se movem em suave sincronia. Reina o silêncio. Para os ocidentais essa é a representação mais fiel de uma antiga arte marcial chinesa surgida no século XIII. Proibida durante décadas pelo regime de Mao Tse-tung, a técnica ressurgiu há pouco mais de 30 anos. Hoje, o tai chi chuan, que quer dizer "luta do pólo supremo", está difundido também no Ocidente em razão dos benefícios que traz ao corpo e principalmente à mente. Mesmo sem atingir o nível de popularidade da ioga, vem atraindo a atenção da comunidade científica para as vantagens que oferece a quem o pratica com assiduidade. Embora seja frequentemente descrita como ginástica suave, uma forma de meditação em movimento ou dança, as raízes do tai chi chuan - ou simplesmente tai chi - estão nas artes marciais. É considerado, aliás, uma representação de conflitos internos expressos por meio dos movimentos. A técnica faz parte do que os chineses denominam wu shu, que nós, ocidentais, chamamos kung fu. De fato, na tradição oriental, o tai chi é definido como um "combate com a sombra". "As artes marciais mais conhecidas no Ocidente, como o karatê e o kung fu, as quais têm como objetivo infligir o maior dano possível ao adversário, na verdade são apenas um rascunho da original, cuja orientação básica é atingir o autoconhecimento e o controle do indivíduo", explica Marco Montagnani, professor de acupuntura e especialista em medicina tradicional chinesa. "Para o praticante de artes marciais, como o próprio o tai chi chuan, a idéia central é evitar o combate sempre que possível ou tornar o adversário inofensivo com o mínimo indispensável de violência", diz.

 A técnica ocupa papel intermediário entre as técnicas de combate propriamente ditas e um tipo de ginástica terapêutica denominada qi gong. "Ele nasceu como uma arte marcial que tem também propriedades medicinais", explica Lucio Sotte, médico acupunturista e diretor da Revista Italiana de Medicina Tradicional Chinesa. Para muitos mestres, certas formas de execução do tai chi são consideradas qi gong. Sonia Baccetti, do Centro de Medicina Tradicional Chinesa Flor de Ameixa, em Florença, tem uma visão diferente. "Segundo os textos clássicos, o tai chi permite reequilibrar a energia e promover a saúde geral, enquanto o qi gong trata órgãos específicos. Ambas as técnicas usam movimento e respiração consciente para reativar a circulação energética".

Para a medicina chinesa, a saúde depende de uma boa circulação da energia, "pois as patologias nascem da estase, uma espécie de estagnação que pode surgir por vários fatores, como maus hábitos alimentares ou o que os chineses chamam 'energias externas perversas', como variações climáticas extremas, infecções ou emoções negativas intensas", diz a especialista. Segundo ela, o objetivo do tai chi é reproduzir no corpo os movimentos cíclicos do Universo, da aurora ao crepúsculo, do nascimento à morte; até que se entre em sintonia com o que nos circunda. Cada mestre cria seu estilo, que deve, no entanto, respeitar os princípios básicos da tradição", conclui.

tai chi praticamente não tem contra-indicações, exceto para quem sofre de lesões musculares (nesses casos, é necessário consultar um médico). Outra vantagem é que pode ser praticado por pessoas de todas as idades, em qualquer lugar, individualmente ou em grupo. Tudo que é necessário para executar as sequências de movimentos lentos e fluidos - geralmente definidos por nomes pitorescos como "vigiar o macaco" ou "o gavião abre as asas" - é um espaço relativamente pequeno e um par de calçados confortáveis. Isso não significa, porém, que se trata de um exercício fácil, apesar de os mestres ocidentais terem simplificado o método de ensino tradicional. Aprender tai chi chuan leva tempo, mas os benefícios não tardam a aparecer. "Quem faz logo percebe os resultados terapêuticos, que se intensificam com a experiência e podem levar, em uma década, a verdadeiras mudanças de caráter", afirma Marco Montagnani.

O aprendizado do tai chi se divide em três grandes fases. A primeira é dedicada ao tiao shen, a harmonização corporal. Nela o praticante conhece os limites do próprio corpo e melhora a coordenação motora, a circulação sanguínea e a capacidade articular. Além disso, os exercícios frequentemente auxiliam também na expressão de emoções.

Uma vez aprendidos os movimentos básicos, começa a chamada harmonização respiratória, o tiao xi, etapa em que, segundo especialistas, é favorecida a qualidade do sono, do humor e da vida afetiva. Nessa fase se aprende a levar a respiração até o umbigo, um centro energético, segundo os chineses, o que ajuda a controlar, por exemplo, ansiedade e ataques de pânico. "Não é à toa que quando estamos ansiosos tendemos a respirar com o tórax", explica Sonia Baccetti.
A última fase do aprendizado, atingida apenas pelos mais assíduos, é chamada harmonização do coração, ou tiao xin - a medicina tradicional chinesa atribui ao coração as funções da mente. Nesse ponto o praticante desenvolve habilidades que melhoram o relacionamento com os outros e consigo mesmo. Alguns estudos mostram que, exercitado durante anos, o tai chiajuda a tomar consciência dos próprios limites e potencialidades. Se na fase anterior os exercícios combatiam a ansiedade, aqui são observados benefícios nos estados depressivos.

Dentre as medicinas tradicionais do Oriente, a chinesa certamente é a mais estudada. Em bancos de dados da literatura científica, como o PubMed, há milhares de referências, principalmente sobre acupuntura e qi gong. "Sabemos, por exemplo, que o efeito analgésico da acupuntura pode ser explicado pela ativação de vias neurais inibitórias, que conseguem bloquear o percurso do estímulo doloroso da periferia até o sistema nervoso central", explica Baccetti. Segundo ela, técnicas de neuroimagem como a tomografia por emissão de pósitrons (PET) mostram que a estimulação de alguns pontos do corpo ativa áreas específicas do cérebro, enquanto outros agem sobre o sistema imunológico ou regulam a produção de hormônios.

As pesquisas científicas sobre tai chi chuan, entretanto, apresentam limitações metodológicas que vão além das dificuldades comuns no âmbito da medicina preventiva. Uma delas é o período relativamente longo de aprendizagem, diferentemente do qi gong, que se baseia também em exercícios estáticos, mas bem mais simples de executar. "Em geral os ensaios clínicos não duram o suficiente para avaliar os reais benefícios dessa arte porque ela exige tempo e aplicação", diz Fuzhong Li, do Instituto Oregon de Pesquisa, que coordenou um estudo cujos resultados mostraram como o tai chi melhora o equilíbrio e previne quedas em idosos. "Uma das coisas que tendemos a esquecer quando estudamos os efeitos do tai chi é que a qualidade do instrutor conta muito e pode influenciar decisivamente os resultados", diz.

Apesar das dificuldades, o número de pesquisas sobre o tai chi chuan está se multiplicando rapidamente nos últimos anos, principalmente depois de uma excelente metanálise publicada em 2004 por Chenchen Wang, reumatologista do Centro MédicoTufts-New England, em Boston. "Pratico tai chi ocasionalmente, mas sou antes de tudo uma pesquisadora interessada em seus efeitos no organismo e no cérebro", explica a pesquisadora americana de ascendência chinesa. Vários estudos que fizeram parte da metanálise mostram que o tai chi pode, após um período relativamente breve (seis meses), aliviar a depressão e melhorar claramente indicadores psicológicos de bem-estar, tanto os ligados à percepção da própria saúde como os relativos à satisfação e à auto-estima. Outros estudos indicam ainda que otai chi melhora a coordenação visual e motora e pode ajudar pessoas com demência leve a desfrutar melhor as próprias capacidades. "Entretanto, nenhuma dessas pesquisas é conclusiva, faltam evidências mais convincentes sobre os mecanismos de ação que justifiquem os resultados observados", adverte a pesquisadora.

De modo geral, os trabalhos analisados por Wang mostram que otai chi melhora o equilíbrio e a mobilidade articular e ajuda a combater a hipertensão. Segundo ela, porém, "há muito para investigar ainda, por exemplo: quais estilos da técnica garantem maiores benefícios; quanto se deve exercitar e quais suas reais vantagens". Análises anteriores, como a realizada em 2003 no Centro Médico Erasmus, de Roterdã, fornecem resultados menos precisos, mas se justificam pela dificuldade de encontrar estudos com metodologia adequada. Mais recentemente, Wang publicou um levantamento sobre os efeitos da técnica chinesa em pacientes com artrite reumatóide, nos quais foram observados resultados promissores, seja no plano físico, seja no psicológico.

Provavelmente é longo o caminho da investigação científica sobre os possíveis benefícios do tai chi na saúde física e mental. Considerando, porém, que uma tradição leva séculos para se estabelecer - se não milênios -, vale a pena ter paciência e aprender a esperar.

Efeitos terapêuticos testados

Músculos: estudo de 2005 do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, em Atlanta, mostrou que o tai chi fortalece a musculatura postural e previne quedas em idosos. Outros estudos observaram redução na perda de tecido ósseo em mulheres na pós-menopausa. Quem sofre de artrite reumatóide parece também se beneficiar dos exercícios chineses, que melhoram a mobilidade das articulações, especialmente das pernas e do quadril.

Coração: o tai chi favorece a qualidade de vida e diminui a intensidade dos sintomas de portadores de insuficiência cardíaca crônica, segundo pesquisa realizada na Falculdade de Medicina da Universidade de Harvard. No ano seguinte, estudo da Universidade de Liverpool Mostrou que essa prática é capaz de diminuir a pressão arterial em mulheres de meia-idade.

Imunidade: portadores de Herpes zoster apresentaram melhora na resposta imunológica, especialmente indivíduos com saúde mais debilitada, segundo estudo do Centro Cousins de Psiconeuroimunologia da Universidade da Califórnia em Los Angeles.

Sono: praticado três vezes por semana durante seis meses, o tai chi aumenta a qualidade e a duração média do sono e é mais eficaz que programas equivalentes de ginástica de baixo impacto, de acordo com trabalho realizado no Instituto de Pesquisa de Oregon.

Auto-estima: a técnica foi considerada eficaz e contribui para a auto-estima e para a qualidade de vida de mulheres com câncer de mama, segundo pesquisa da Universidade de Rochester.

Fonte:Methodus




   Taichirajá 

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Seminário de Aberto de Tai Chi Chuan Estilo Chen Linhagem Chen Zheng Lei

Um dia  de muito aprendizado e  de boas amizades. Tivemos a oportunidade de conhecer pessoas muito importantes de grande coração. Mestre Lee Kuen e sua esposa Kiko Lee (

diretora presidente CBTTC Confederação Brasileira de Taichichuan).


Ministrante: Mestre Lee Kuen
 












 






   Taichirajá 

terça-feira, 10 de maio de 2016

Dia do Desafio


Próximo Dia do Desafio  25 de Maio de 2016 (Quarta-feira)

O Dia do Desafio é celebrado anualmente na última quarta-feira do mês de maio. Em 2016, o Dia do Desafio será em 25 de maio.

O principal objetivo desta data é motivar a população a prática de atividades físicas, seja para melhorar a saúde física como também a mental.

Nesta data, as comunidades de diferentes cidades do Brasil e toda a América Latina se reúnem para disputar, amistosamente, competições e desafios que estimulam o corpo.

A proposta é que cada pessoa faça qualquer tipo de exercício físico por pelo menos 15 minutos, fazendo desta ação um hábito diário.

Origem do Dia do Desafio

Originalmente, o Dia do Desafio foi criado no começo da década de 1980, no Canadá.

Com o passar dos anos, o espírito do Dia do Desafio se consolidou e espalhou-se por todo o mundo.

Atualmente, esta é uma iniciativa apoiada pela International Sport and Culture Association (ISCA), e promovida pela TAFISA e UNESCO.

No Brasil, o Dia do Desafio foi realizado pela primeira vez em 1995, em parceria com a The Association for International Sport for All (TAFISA).

A partir do ano 2000, quem assume a organização do evento é o Sesc São Paulo

Em 2015, o Dia do Desafio passou a integrar o Programa Move Brasil, como mais uma ferramenta para garantir a meta de incentivar a prática de atividades físicas e esportes em todo o país.


   Taichirajá 

terça-feira, 19 de abril de 2016

Tai Chi Chuan é receita oriental contra o estresse do ocidente


Suavidade é a base da técnica que pode ser praticada por homens, mulheres, crianças e idosos

O Tai Chi Chuan já era praticado há milênios na China de onde saiu e ganhou o mundo, sendo praticado atualmente em quase todos os países da Europa e das Américas. A técnica, se baseia em movimentos corporais circulares e delicados, muitos deles inspirados na forma de locomoção dos animais, e que são feitos de forma integrada com a respiração. Esse é o segredo da atividade, que busca fortalecer o corpo e a mente, deixando o organismo mais saudável de forma integral.


Os movimentos são suaves e contínuos, executando-se sempre num ritmo lento e cadenciado. Cada movimento exige equilíbrio e uma postura específica para sua realização. O tronco deve estar sempre ereto e em posição central.

O peso do corpo deve estar concentrado no meio dos pés, nunca sobre os dedos ou calcanhares. A atividade ajuda a alongar o corpo trazendo maior flexibilidade aos músculos e articulações; auxilia na circulação do sangue e no bom funcionamento do coração; ajuda na boa digestão; relaxa os músculos; acalma o sistema nervoso e ajuda até a tornar a pele mais jovem e bonita.

Os benefícios se estendem para a auto-estima e combate o estresse, tão comum no dia a dia e responsável por uma série de doenças.

A suavidade é a base do Tai Chi Chuan, sendo por isso um tipo de atividade física que pode ser praticada por homens, mulheres e crianças de todas as idades, em especial para pessoas mais idosas.

Fonte: Saúde Plena


   Taichirajá 

sábado, 26 de março de 2016

No ayurveda, ciência milenar de origem indiana, os ingredientes são utilizados de forma terapêutica

A prática indiana nos ensina como cuidar do corpo de forma saudável e ética
A nutrição ayurvedica é uma das especialidades da medicina tradicional indiana. Esse sistema holístico ancestral define a saúde como o resultado do equilíbrio entre o corpo físico, a alma (atman), a mente (manas) e a energia vital (prãna), e não apenas a ausência de doenças. Os alimentos são considerados sagrados e a alimentação adequada é um dos principais pilares da saúde. Na prática, nutrição e medicina são indissociáveis. Todo médico ayurvédico tem amplo conhecimento da nutrição e prescreve dietas, observando características biopsicosociais individuais para manutenção da saúde e/ou com finalidade dietética. Essa nutrição busca, portanto, prevenir ou curar desequilíbrios e doenças.
Em sânscrito, ayurveda significa ciência (veda) da vida (ayur). Longevidade, vitalidade, saúde física, mental e emocional são seus objetivos. Esse tipo de alimentação raramente trata os sintomas. Na verdade, ela busca evitar que eles apareçam através de uma dieta equilibrada. Portanto, o princípio básico da alimentação ayurvedica é prevenir e manter a saúde do corpo e da mente por meio de uma dieta e um estilo de vida harmonioso.
O fundamento da alimentação ayurvédica é o seguinte: buscar equilíbrio entre os três humores biológicos, os doshas. Cada uma das doshas é ligada, de maneira predominante, a um elemento específico.
As três doshas são vata, onde predomina o elemento ar; pitta, na qual há o predomínio do elemento fogo; e kapha, com predomínio da água.
Segundo a ayurveda, cada pessoa possui uma específica combinação física, mental e emocional. Essas características pessoais dividem-se, basicamente, nos três tipos de perfis (doshas). Todas as pessoas, no entanto, têm em si um pouco de vata, pitta e kapha. A alimentação ayurvédica busca balancear a relação entre essas três forças.

No ayurveda, ciência milenar de origem indiana, os ingredientes são utilizados de forma terapêutica 

   Taichirajá